domingo, 19 de novembro de 2017

Eleições CREA-RJ: Mudanças no Regimento Interno a quem interessa neste momento?






O famoso conselho 'Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, revela a distorção de valores entre o que eu falo e combato; e entre o que estou praticando de fato. Quem tem atitudes que não mereçam servir de exemplos, não é digno de dar conselhos. A prática diferente do discurso vem permeando a situação atual da administração INTERINA que está no CREA-RJ que vive nestes três meses, um período eleitoral.

Nota-se explicitamente esta contradição entre o discurso e a prática. Os mesmos que militam politicamente e denunciam  a  nível nacional o golpe dado pelo vice-presidente ilegítimo, Michel Temer contra a presidência de Dilma Roussef  trazem para  o CREA-RJ  uma postura totalmente distorcida de seus discursos de esquerda  que falam tanto em democracia e direito. A verdadeira roupagem de suas atitudes é arbitrária e coerciva.

O que está por trás da açodada decisão de se aprovar a  toque de caixa e no apagar das luzes o novo Regimento do Conselho?

Estes mesmos que disseram que Temer é um golpista que usurpou do poder sem ter sido eleito pelo voto popular, agem de forma semelhante a ele, ao defender no Plenário do CREA-RJ a aprovação rápida de um regimento que sequer foi discutido com as Câmaras Especializadas do CREA e sem seguir um processo recomendável e democrático que fosse já debatido também  com o presidente atual licenciado, eleito por maioria dos profissionais.

A tentativa oportunista propôs até uma sessão plenária extraordinária o que custará caro aos profissionais que financiam o CREA. Qual o sentido de urgência que justifique esse custo aos profissionais? Isso é democracia ou golpe? Por que não aguardam o resultado das eleições para que isso seja discutido amplamente pelo presidente eleito em  conjunto com todas as câmaras especializadas?

Cabe reforçar mais uma vez que a atual presidência do CREA está INTERINA e tal como a presidência de Temer NÃO foi ELEITA pelo voto dos profissionais do Conselho, e, portanto, NÂO pode deliberar um documento tão importante como o Regimento Interno do CREA em apenas quinze dias e ainda por cima dentro do período  eleitoral.

Por que tanta pressa e urgência? Um regimento precisa ser amplamente debatido por todos e principalmente pelo  presidente eleito. ONDE MORA A DEMOCRACIA? FICOU SÓ NO DISCURSO PANFLETÁRIO APENAS OU NO FORA TEMER?

Deixo aqui outra reflexão com a arbitrariedade dessa administração INTERINA: Como podem suspender o Programa PROGREDIR? Um programa implantado há 13 anos, já consolidado, que atravessou várias administrações e já ajudou milhares de profissionais  que agora se vêem prejudicados no seu aperfeiçoamento profissional.

Por que tantas interferências no CREA neste breve período eleitoral envolvendo decisões que, ao  meu ver e acredito que da maioria dos profissionais deveriam ser debatidas e analisadas junto com a presidência ELEITA no dia 15 de dezembro?

Em conversa com lideranças da AEARJ, fui informada que o conselheiro que representa a entidade no Plenário do CREA e que fez algumas modificações no Regimento sequer comunicou à presidência da AEARJ esta movimentação. Como pode conselheiros que representam as entidades não comunicá-las de seus atos ? Onde está a democracia?

Profissional, no dia 15 de dezembro fique esperto entre os que diferenciam a prática do discurso. Eleja quem de fato tem propostas concretas pra você e não apenas discursos vazios e que nada tem de “democráticos”.

Renata Idalgo é jornalista, professora, escritora e poeta. Trabalhou no CREA-RJ nos anos de 2000 a 2004 e 2009 a 2015, na Assessoria de Comunicação e também como Assessora de Imprensa. Contribuiu com matérias para a Revista do CREA-RJ e participou da Comissão de Pró-Equidade de Gênero e Raça do Conselho. Elaborou vários jornais institucionais para o CREA-RJ e instituições como IBEC, AEPET, AFEA entre outros.


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ELEIÇÕES CREA-RJ: MUDAR COMO E PARA ONDE? REFLITA!





Como dizia o escritor Sêneca: “Nenhum vento sopra a favor de quem não sabe pra onde ir”. Michel Foucault, uma das mentes mais brilhantes do século XX e um dos maiores filósofos da Contemporaneidade já alertava: “O discurso não é simplesmente aquilo que traduz as lutas ou os sistemas de dominação, mas aquilo porque, pelo que se luta; o poder do qual nos queremos apoderar”.

A corrida pelas Eleições para o CREA-RJ têm levantado vários questionamentos em relação aos clichês comuns utilizados em campanhas  eleitorais que sempre batem na mesma tecla da “Democracia” e da “Mudança”. Todos falam em mudança, mas a pergunta é: Mudar para qual direção? Qual o projeto de mudança? O que os candidatos da oposição trazem de novo ? Que consistência há em suas propostas? Estamos falando de uma autarquia federal como o CREA do Rio de Janeiro. Do que de fato os candidatos das “mudanças” querem se apoderar como citou Foucault? Reflita sobre isso profissional!

Um ciclo de debates está sendo iniciado em vários municípios do Estado do Rio de Janeiro onde os candidatos à presidência do CREA-RJ estão tendo a oportunidade de mostrar propostas efetivas. Pensar em mudanças é pensar em Responsabilidade Fiscal e na seriedade de cumprir sua palavra e não apelar para o discurso meramente panfletário, mas de fato ter propostas concretas para  o profissional e as empresas, sobretudo, no seu atendimento e valorização.
Quando se pensa em uma gestão responsável me vêm à mente uma administração que respeita e trata rigorosamente e com total transparência, a contribuição do profissional. Uma gestão que, na contramão da crise e com TODAS AS DIFICULDADES encontradas, consegue atender ao profissional, as empresas e a toda a comunidade tecnológica inserida no CREA-RJ com qualidade.
Para onde apontam as mudanças propostas pelos candidatos da oposição? Quais os caminhos? Não sabemos, por que na verdade não existe esta “mudança” de forma concreta e ordenada sistematicamente na plataforma política deles.

O CREA-RJ precisa estar inserido em um contexto de agente transformador do papel da Engenharia na sociedade, unido com as associações e, sobretudo no atendimento útil, ágil e desburocrático e na defesa e fortalecimento das profissões do Sistema Confea/ Creas.
A mudança já começou e ela vai continuar com certeza, mas não a mudança ilusória, mas a mudança efetiva e construtora de um Novo CREA-RJ.
Profissional, dia 15 de dezembro é o dia de escolher quem está mais PREPARADO para presidir o CREA-RJ. Quem de fato apontará caminhos efetivos e eficazes para a sua vida  profissional e não vagas reflexões nada originais de discursos ultrapassados e vazios que nada tem de democrático.
Criticar o que já foi feito é fácil, mostrar a que veio e o que de fato fará, é o grande desafio dos candidatos à presidência do CREA-RJ.

Encerro com a célebre frase do mestre Confúcio: “O homem superior é modesto em seu discurso, mas excede em suas ações”.

Depois disso, nada mais a comentar, apenas a refletir.


Renata Idalgo é jornalista, professora, escritora e poeta. Trabalhou no CREA-RJ nos anos de 2000 a 2004 e 2009 a 2015, na Assessoria de Comunicação e também como Assessora de Imprensa. Contribuiu com matérias para a Revista do CREA-RJ e participou da Comissão de Pró-Equidade de Gênero e Raça do Conselho. Elaborou vários jornais institucionais para o CREA-RJ e instituições como IBEC, AEPET, AFEA entre outros.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Onde mora democracia?






 “A democracia não corre, mas chega segura ao objetivo”
 Johann Goethe


A título de abrir um debate político, me causa estranheza e certo desconforto, a condução do processo eleitoral das Eleições para o CREA-RJ, cujo pleito será dia 15 de dezembro. Pensando nos princípios éticos e democráticos, que não podem fugir a NENHUMA das candidaturas vigentes à presidência do CREA-RJ, espera-se que todo o processo ocorra sem intervenções, sejam dos candidatos da situação ou da oposição.

Pergunto: O que é usar a máquina em beneficio de uma candidatura? Qual máquina institucional está de fato por trás das candidaturas? Vale tudo em nome da “Democracia”?
Quando vejo candidaturas levantando bandeiras panfletárias e com discursos falando de mudanças e democracia, mas agindo na prática de forma dúbia e pior, arbitrária, me questiono pra saber onde mora esta “democracia” tão  falada, mas não praticada.

Há um claro movimento de oposição que vem buscando de forma desesperada e manipuladora impedir  que o CREA-RJ prossiga sua rotina, em meio ao processo eleitoral, com risco de se prejudicar, inclusive, a vida dos profissionais e empresas que utilizam os serviços da instituição.  Três meses de gestão interina não devem interferir no Conselho e nem penalizar funcionários com exonerações, impedimento de férias e exposição pública de e-mail pessoal de funcionários.

O funcionário que é profissional do Sistema e vota, tem todo o DIREITO de se manifestar sobre a sua preferência de candidato, utilizando, claro, seu e-mail pessoal e não da instituição e em uma gestão democrática, não pode JAMAIS ser punido e nem exposto por isso.

Decisões arbitrárias e precipitadas têm sido comuns nestas gestões interinas, onde o presidente, candidato à reeleição, precisa se licenciar do cargo e seu BREVE substituto assume a presidência, com o objetivo de presidir por apenas TRÊS meses para manter a direção do Conselho e não para interferir na sua estrutura já montada pela administração eleita.

Grandes decisões e que envolvem a vida de pessoas não podem ser tomadas por gestão interina, que não foi eleita pela base profissional. Isso ocorreu também na gestão anterior, onde o então presidente na ocasião se licenciou para se candidatar à reeleição e quando retornou, encontrou assinado acordo de dívida trabalhista coletiva que requeria mais tempo para análise de  sua gestão, com impacto de longo prazo nas finanças do Conselho.

Deveria ter uma determinação jurídica que impedisse as breves gestões interinas de tomar decisões que comprometessem o CREA em sua rotina e  assuntos maiores, principalmente envolvendo pessoas. Nenhuma candidatura, seja de situação ou de oposição, pode interferir nas decisões do CREA-RJ durante os  três meses de campanha.

Este é o princípio da democracia, mas pra quem serve de fato? Onde mora essa democracia? Na arbitrariedade e na manipulação? Não creio!

 Dia 15 de dezembro se aproxima. Profissional atente para os perfis dos candidatos não apenas pelo discurso, mas, sobretudo pela prática. E diga não a pseudodemocracia!

"O homem é a medida de todas as coisas, das coisas que são, enquanto são, das coisas que não são, enquanto não são."
Protágoras, Sofista grego


Renata Idalgo é jornalista, professora, escritora e poeta. Trabalhou no CREA-RJ nos anos de 2000 a 2004 e 2009 a 2015, na Assessoria de Comunicação e também como Assessora de Imprensa. Contribuiu com matérias para a Revista do CREA-RJ e participou da Comissão de Pró-Equidade de Gênero e Raça do Conselho.Elaborou vários jornais institucionais para o CREA-RJ e instituições como IBEC, AEPET, AFEA entre outros.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Imposto sindical, a quem interessa?




Pra que serve o imposto sindical? E a quem beneficia? Espera-se sempre que a contribuição seja usada efetivamente em prol de sua categoria. A pergunta que não quer calar é essa: O imposto sindical atende de fato aos profissionais e se atende, como na prática?A nova lei trabalhista que entrará em vigor a partir de meados de novembro estipula que a contribuição não é mais obrigatória para empresas e trabalhadores. Portanto, o desconto não será automático em abril de 2018.

O momento é crucial para que ocorra uma reformulação nos sindicatos. O profissional que tem descontado do seu contra cheque a contribuição sindical ou aquele que se filia ao Sindicato de sua categoria quer saber quais serão os seus benefícios, sem retóricas e partidarismo. Por que se levantam tantas bandeiras sobre Salário Mínimo Profissional se de fato os sindicatos não demonstram na prática esta defesa com ações e fiscalizações efetivas?

Os Sindicatos terão que se reciclar, se reformular e ter mais transparência na utilização da taxa associativa, já que o imposto sindical não poderá mais abastecer candidaturas a cargos em outras instituições que, em geral ocorrem, sem a anuência da base da categoria.Os profissionais, e acredito que a maioria dos que são sindicalizados, não concordam que suas contribuições sejam utilizadas para fins políticos, mas sim em defesa das suas profissões, da própria ação sindical e, sobretudo, de seus salários.

Fiz carteirinha do meu sindicato, cheguei a pagar algumas mensalidades, mas me pergunto até hoje, o que meu sindicato fez por mim? E vejo que nada. O desemprego e a escassez de mão de obra continuam. Uma antiga professora da minha época de faculdade de Jornalismo dizia: Eu parei de pagar minha contribuição sindical simplesmente porque a contrapartida era apenas minha, o Sindicato nunca se fez presente nas empresas onde trabalhei para exigir que me pagassem o meu piso salarial profissional, o mínimo que fosse. As empresas sempre burlavam a Lei e o Sindicato o que fazia? Nada. Apenas recebia minha contribuição.

Qual o futuro dos Sindicatos em 2018? O imposto sindical não é a única fonte de arrecadação dos sindicatos. Há ainda as pessoas que escolhem se filiar aos sindicatos e passam a contribuir mensalmente.


Em um país como o nosso que tem a maior carga tributária da América Latina, mas oferece o menor retorno em serviços aos seus cidadãos, os impostos trabalhistas sufocam o empregador e o trabalhador, estacionando o crescimento econômico do país e desestimulando a busca por novos empregos, não resta dúvida que o fim do imposto sindical vai desagradar a muitos, mas será renovador na relação capital-trabalho. Ou os sindicatos dizem a que vieram ou seus dirigentes buscarão se abrigar em outras instituições, distorcendo seus papéis.

Como disse Albert Einsten: “A luta pela verdade deve ter precedência sobre todas as outras”. Esperam-se novos rumos, mudanças de paradigmas e que muitos sindicatos saiam da ociosidade do discurso vazio e meramente panfletário do século passado, e passem de fato a agir efetivamente na defesa de seus profissionais, pois é isso que os profissionais querem. Menos discurso e mais prática.




Renata Idalgo é jornalista, professora, escritora e poeta. Trabalhou no CREA-RJ nos anos de 2000 a 2004 e 2009 a 2015, na Assessoria de Comunicação e também como Assessora de Imprensa. Contribuiu com matérias para a Revista do CREA-RJ e participou da Comissão de Pró-Equidade de Gênero e Raça do Conselho. Elaborou vários jornais institucionais para o CREA-RJ e instituições como IBEC, AEPET, AFEA entre outros.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Quem está preparado para presidir o CREA-RJ nos próximos anos?





Já dizia Confúcio: “É melhor acender uma vela do que amaldiçoar a escuridão”. Um pensamento pragmático, mas que se encaixa nas eleições para o Sistema Confea/ Creas que se aproximam. Em 15 de dezembro, os profissionais da área tecnológica farão sua escolha pelos representantes da Engenharia no nosso país. Os cargos de presidente do Confea, Creas e conselheiros federais serão disputados através dos votos e vencerão, com certeza, os que melhor representarem os profissionais, porque é isso que se espera de uma eleição segmentada.

Engenheiros e Técnicos precisam saber o que é melhor para o seu Conselho Regional e Federal. Os eleitores não devem votar apenas por partidarismo. Devem votar também por um Conselho voltado para o interesse cotidiano dos profissionais e não apenas por um idealismo ingênuo. É a lei do pragmatismo.





A atual conjuntura que vivemos no país traz à tona uma verdadeira “faxina” política, e isso é bom porque as mudanças só acontecem em meio aos processos de ebulição. Mudança requer mais ações e menos retórica. Isso se reverte de forma direta e indireta também no desenvolvimento das profissões do Sistema Confea/ Creas.

Em meio aos candidatos à presidência do CREA do Rio de Janeiro, quem estará de fato preparado para estar à frente de um Conselho que enfrenta a maior crise do Estado?

A verdadeira Política do CREA-RJ precisa defender a engenharia, o emprego e as oportunidades. E não partidarizar o Conselho. O CREA-RJ não é um sindicato e nem um partido político, que têm papéis distintos na sociedade. Sua ação institucional deve ser ampla, apartidária e não de luta de classes. Há no jogo político da eleição para o CREA-RJ interesses de grupos que dirigem outras instituições por décadas,  mas se contradizem com um discurso de renovação. Por outro lado, a experiência também mostra que rupturas entre gestões causam retrocessos.


O que está em jogo é a preservação de uma instituição de oitenta e quatro anos de existência que muito tem a contribuir com a sociedade. Muito mais do que servir apenas de trincheira político-partidária para A ou B.Não sou profissional do Sistema, mas atuo nele como jornalista e formadora de opinião há cerca  de 17 anos e tenho acompanhado as gestões de alguns presidentes. Cada uma com seu perfil, porém, o mais importante agora é ter alguém que pense de forma apartidária, para resgatar a engenharia em todas as suas faces. Que queira um CREA forte que possa ajudar a superar a crise econômica em que a engenharia está mergulhada. QUEM IRÁ PRESIDIR O CREA-RJ EM 2018 precisa ter estas características e esta visão.

Profissionais, analisem cada candidato e vejam não apenas o que já fizeram, mas o que estão fazendo atualmente de forma CONCRETA para atender você. Precisamos de menos discursos e panfletagem e mais ações efetivas. Faça sua escolha com coerência.

Encerro com a frase do Bertolt Brecht que diz: Pergunte sempre a cada ideia: a quem serves? E acrescento à frase: Para que serves?


Renata Idalgo é jornalista, professora, escritora e poeta. Trabalhou no CREA-RJ nos anos de 2000 a 2004 e 2009 a 2015, na Assessoria de Comunicação e também como Assessora de Imprensa. Contribuiu com matérias para a Revista do CREA-RJ e participou da Comissão de Pró-Equidade de Gênero e Raça do Conselho.Elaborou vários jornais institucionais para o CREA-RJ e instituições como IBEC, AEPET, AFEA entre outros.



domingo, 2 de abril de 2017

Seminário em Defesa dos Direitos das Mulheres movimenta OAB-SG




O Movimento de Mulheres de São Gonçalo em parceria com a Comissão de Combate à Violência contra a mulher da OAB-SG realizou no dia 31 de março, das 13h às 18h, no auditório da OAB-SG, o Seminário “ Em Defesa dos Direitos das Mulheres”. Na mesma  data foi comemorado os 28 anos de criação do Movimento das Mulheres de São Gonçalo e os 11 anos do Neaca- Núcleo Especial de Atendimento à Criança e ao Adolescente Vítimas de Violência Doméstica e Sexual de São Gonçalo.


MESA REPRESENTATIVA DE MULHERES QUE FAZEM DIFERENÇA

Participaram da mesa, Dra Andrea Pereira, vice-presidente da OAB-SG que coordenou a mesa, Dra Elenice Baptista Única, coordenadora de Comissão de Enfrentamento e Combate à Violência contra a Mulher da OAB-SG, Oscarina Souza Siqueira, diretora executiva do Movimento de Mulheres de São Gonçalo, Marta Maria Figueiredo, Secretária Municipal de Políticas Públicas para o Idoso, Mulher e Pessoa com Deficiência de São Gonçalo, Andrea Machado, Subsecretária de Mulheres e Vice-Presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher, Dra Débora Rodrigues, delegada titular da Delegacia de Mulheres DEAM-SG e Marisa Chaves , fundadora do Movimento de Mulheres de São Gonçalo que coordenou a mesa de debates.

MARISA CHAVES, COORDENADORA DO DEBATE,NO MOMENTO DE SUA PALESTRA

Na ocasião, Dra Elenice tomou posse como coordenadora da Comissão de Enfrentamento e Combate à Violência contra a Mulher da OAB-SG. Esta comissão vai atender com plantões quinzenais mulheres vítimas de violência doméstica. “ A OAB-São Gonçalo sentiu a necessidade de se criar esta Comissão, porque a OAB-Mulher, da qual eu não sou mais presidente, está voltada para a mulher advogada e esta Comissão vai atender a sociedade civil. Será aberta ao público. Vamos atender às terças-feiras,das 14 ás 16h,mulheres vítimas de violência, dando todo o suporte jurídico, casos mais complexos serão encaminhados à Defensoria Pública.É uma inovação aqui na OAB e já estamos com certeza, fazendo história”, disse Dra Elenice.

DRA ELENICE TOMA POSSE DA COMISSÃO DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER DA OAB-SG


As representantes da Secretaria Municipal de Políticas Públicas para o Idoso, Mulher e Pessoa com Deficiência de São Gonçalo, a secretária  Marta Maria e a subsecretária Andrea Machado citaram algumas medidas que a Secretaria pretende realizar em relação à Defesa da Mulher no município. “Estamos em busca de uma casa para alugar para reativar o Ceom Patrícia Acioly e, além disso, há várias ações a  serem desenvolvidas este ano através de parcerias. No dia 6 estaremos realizando em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação e Crefcon, a Campanha “ Quem ama abraça fazendo escola” que vai ser realizada nas escolas promovendo a Cultura da Paz e da Não violência.Outra parceria importante é com o Sebrae, estimulando o empreendedorismo para mulheres”, disse a subsecretária Andrea Machado.
AS REPRESENTANTES DA PREFEITURA SECRETÁRIA MARTA MARIA E SUBSECRETÁRIA ANDREA MACHADO





De acordo com a delegada da DEAM-SG, Débora Rodrigues, cabe à polícia ajudar a mulher vítima de violência doméstica a buscar procedimentos legais para sua defesa. “Mas quem vai conversar com essa mulher? Quem vai trabalhar a cabeça dela para sair do ato de violência? Quem vai cuidar desta mulher por dentro? Sem o Movimento de Mulheres não existiria a DEAM”, disse Dra Débora.
A DELEGADA DA DEAM DÉBORA RODRIGUES TAMBÉM PALESTROU



A programação foi encerrada pelo presidente da OAB-SG, Dr. Eliano Enzo que destacou a importância do empoderamento das mulheres. “Esse empoderamento deve começar nas escolas, para que as meninas já comecem a entender o que é empoderamento. Temos que criar nossas filhas como mulheres empoderadas e com autoestima”, disse o presidente que se declarou feminista convicto e destacou a educação dada por sua mãe como responsável por seu posicionamento e fez um pedido às mulheres:“ Mulheres não tenham medo de entrar na política. São Gonçalo carece de mulheres com representação dentro do poder”.
A JORNALISTA RENATA IDALGO, COM MARISA CHAVES E O PRESIDENTE DA OAB-SG ELIANO ENZO


Ao final do Seminário foram entregues moções e homenagens. Entre as homenageadas estavam Dona Estelina, a militante mais antiga do Movimento das Mulheres.

DONA ESTELINA RECEBE SUA HOMENAGEM

Movimento de Mulheres de São Gonçalo: 28 anos de lutas e resistências na defesa da mulher gonçalense.


 Marisa Chaves, fundadora do Movimento de Mulheres de São Gonçalo disse que apesar das lutas e da resistência, nestes 28 anos o Movimento de Mulheres de São Gonçalo não vive um período satisfatório. “O fechamento do Ceom Patrícia Acioly no Jardim Catarina e o abandono da Casa Abrigo pelo governo anterior, são fatos preocupantes. Nestes últimos anos, não vi uma expansão, pelo contrário, tenho visto dificuldade em se manter o que foi deixado. Em 2012, quando estive à frente da Secretaria da Mulher deixei dois Ceoms funcionando,três carros oficiais à disposição da política da Mulher, um orçamento público aprovado e uma casa abrigo construída e com verba para comprar os móveis.Hoje só temos um Ceom funcionando, os carros não estão mais à disposição e a Casa abrigo está inacabada. Eu espero que este governo atual estreite as relações com o Movimento das Mulheres para que possamos reparar o caos deixado pelo governo anterior”, disse Marisa.

Em relação aos 28 anos do Movimento de Mulheres de São Gonçalo, Marisa foi enfática:
_Chegamos de forma íntegra aos 28 anos de existência do Movimento de Mulheres realizando um trabalho humanizado de fortalecimento e empoderamento das mulheres , sem ligações político-partidárias ou religiosas, respeitando os princípios da integralidade da atenção e da lacidade das políticas públicas, podemos avaliar que escolhemos o caminho certo. Os 11 anos de Neaca possibilitam também a esperança de que muito precisa ser feito na prevenção e defesa da criança e do adolescente vítima de Violência Doméstica e Sexual de São Gonçalo”.

OSCARINA MILITA HÁ 30 ANOS EM DEFESA DA MULHER


Para Oscarina Souza, militante há 30 anos em Defesa da Mulher, o Movimento de Mulheres de São Gonçalo é a sua segunda casa. “Muitas lutas nestes 28 anos com entra e sai de governos, mas estamos firmes e chegamos até aqui. A luz, às vezes não está lá no final do túnel não, ela começa a melhorar no meio e estamos caminhando para retomar  algumas políticas públicas que foram deixadas de lado como a volta das caminhadas em defesa da Mulher e a reativação do Ceom Patrícia Acioly”, disse Oscarina.












quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Jornal EducAção. Ano 1- nº 1 Janeiro- 2017


Secretaria Municipal de Educação
Secretário Diego São Paio
Subsecretaria de Infra Estrutura
Subsecretária Fernanda Temperini
Superintendência de Cultura
Dècio Machado
Equipe

Oração e Ação na Secretaria Municipal de Educação

Com oração e ação, o administrador Diego São Paio assumiu, no dia 2 de janeiro, a Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo. Antes de subir para sua sala, o novo secretário promoveu um feito inédito na história da Educação da cidade ao reunir toda a equipe,  na entrada  de mãos dadas, onde foi  feita a oração do Pai Nosso.  Inovação, fé e muito trabalho são os focos da gestão de Diego São Paio à frente da Educação.
Secretário Diego São Paio inicia trabalho orando Pai Nosso


“ A primeira missão é traçar um grande diagnóstico da Educação Pública na cidade.Queremos conversar com todos os diretores e professores e visitar todas as escolas.Estamos com uma grandiosa equipe. O objetivo é trazer transparência na gestão pública.Capacidade técnica se conquista, mas comprometimento e amor pela cidade não se conquista , está marcado. Eu tenho certeza de que esta equipe tem esta grande marca de amor ao território gonçalense e por isso daremos grandes respostas à  Educação Pública de São Gonçalo. e a partir de hoje,  iniciaremos um planejamento”, disse o Secretário que no mesmo dia iniciou um planejamento com  as subsecretarias e coordenações com  prazo de 10 dias para a apresentação de projetos e  planejamento da Educação Pública da cidade.

A Secretaria Municipal de Educação contará com Chefia de Gabinete, que tem a frente o Antonio Oswaldo, coronel aposentado da PMERJ e com  as Subsecretaria de Planejamento  que tem a frente o professor Marcelo Azeredo,  a Subsecretaria Ações Pedagógicas com a professora Janaína Damasceno, a Subsecretaria de Educação Infantil com a professora Janine de Souza, a Subsecretaria de Infraestrutura  que tem a frente a administradora Fernanda Temperini,  além das subsecretarias para Assuntos Jurídicos e Comunicação Social.

Quem é quem ?

Chefia de Gabinete
Antonio Oswaldo da Silva- Coronel aposentado da PMERJ. Trabalhou como Secretário de Segurança de Búzios e São Gonçalo,vice-presidente do Detro. Fez curso de Segurança Tolerância Zero em Nova Iorque e estágio na Swat em Miami.



A Chefia de Gabinete tem uma importante  missão na vida do secretário e, é uma função de extrema confiança.Cabe à Chefia de Gabinete organizar a agenda do secretário,os  compromissos e contatos externos e até pessoais, que tem que ser filtrados pra serem levados ao secretário. “Não existe uma fórmula.O chefe de gabinete trabalha tecnicamente e politicamente sempre trazendo conforto e tranquilidade nos contatos , troca de informações e reuniões do secretário. Em certas ocasiões , o chefe de gabinete representará o secretário. A Chefia de Gabinete está ligada diretamente ao gabinete do secretário e também as demais subsecretarias com seus projetos passam pela Chefia de Gabinete”, disse Cel Oswaldo acrescentando que o êxito do trabalho do secretário passa pela Chefia de Gabinete.


Subsecretarias

1-Planejamento Educacional

Subsecretário Marcelo Azeredo- Professor de Matemática pela UERJ, Pós graduado em Teoria e Prática da Educação Matemática, Gestão, Supervisão e Orientação Escolar, Gestão Escolar Pública e Ciência da Educação. É Mestre em Ciências da Saúde do Ambiente e em Ciências da Educação. Professor de ensino médio e universitário. Foi diretor de várias escolas estaduais entre elas a Escola Técnica Estadual  Henrique Lage. É vice presidente do Conselho Municipal de Educação.




A Subsecretaria de Planejamento Educacional é uma secretaria nova que visa colaborar no planejamento e execução do Plano de Educação solicitado pelo secretário Diego São Paio. Para que este Plano de educação aconteça, o trabalho deve começar a agora e se estenderá nos próximos quatros anos. Este planejamento será feito de forma conjunta com as demais subsecretarias. “Na verdade, esta Subsecretaria tem um papel articulador e está elencada nos tópicos do nosso Plano de Governo para a Educação para facilitar o diálogo do Secretário com as demais subsecretarias. A Subsecretaria de Planejamento abre espaço pra dialogar com outras secretarias municipais, além de estabelecer parcerias  com instituições públicas e privadas e comissões como as de sindicância  e licitação , tudo passa pelo olhar da Secretaria de Planejamento”, disse o subsecretário Marcelo Azeredo que também acumula a Subsecretaria de Pessoal e Formação Continuada.


2- Ações Pedagógicas

Subsecretária Janaina Damasceno- Pedagoga formada e pós graduada  pela UFF. Faz parte da Rede Municipal há 24 anos. Orientadora Pedagógica, tendo atuado por 10 anos em outras coordenações dentro da Secretaria Municipal de Educação.


A Subsecretaria de Ações Pedagógicas envolve um universo de atividades como: 1º ( alunos do  Ensino Fundamental de 1º ao 5º ano) e 2º segmento (do 6º ano ao 9º ano), orientação educacional, EJA, uma equipe de Educação Inclusiva, equipe de Gestão , equipe de vai cuidar dos Conselhos escolares. ” Temos agora uma nova proposta de criar superintendência com uma equipe multidisciplinar pra trabalhar com artes,  leitura, música e meio ambiente de acordo com os nosso currículo e com o trabalho na escola, A equipe vai dinamizar este trabalho tanto na Educação Infantil como 1º e 2º segmento com essa perspectiva. A nossa primeira vertente tem um trabalho pautado no Plano Municipal de Educação e no nosso regimento.Estamos com todos os nosso projetos de trabalhos prontos, e tudo já pensado para os primeiros 100 dias de aula. Não vamos descartar os bons projetos do governo passado, daremos continuidade, acrescentando melhorias dentro das possibilidades da Secretaria”, disse a subsecretária Janaína.

3- Educação Infantil

Subsecretária Janine de Souza Siqueira. Pedagoga formada pela UFF, pós graduada, participou de coordenações dentro da Secretaria Municipal de Educação por 5 anos. É orientadora educacional da Rede de Educação Municipal.


A Subsecretaria de Educação Infantil vai funcionar com duas coordenações: a de educação infantil municipal e da educação infantil conveniada, em cima dos trabalhos das superintendências de:  Projeto e pesquisa, Apoio pedagógico e Superintendência organizacional e de estrutura das unidades de Educação Infantil apoiadas nas conveniadas que seria a parte de fiscalização. “Volto à Rede com essa proposta inovadora de Educação focada no trabalho e respeito da infância, nos direitos da criança a uma Educação Infantil de qualidade, onde o educar e o cuidar vão estar interligados. Não esquecendo que a Educação Infantil é um espaço de aprendizagem. E a ampliação de oferta. Ficamos muito tempo parados sem políticas públicas para a Educação Infantil e há um déficit muito grande de investimentos neste setor. Com essa nova proposta  do secretário Diego São Paio esperamos um novo olhar para a Educação Infantil que é onde tudo começa,  a  base do indíviduo e que pode comprometer todo o seu futuro”, disse a professora Janine.


4- Subsecretaria de Infraestrutura
Subsecretária Fernanda Temperini- Formada em Administração e Contabilidade com experiência em empresas privadas e multinacionais. Trabalhou em empresas de consultoria fazendo avaliações de empresas e indústrias.


A Subsecretaria de Infraestrutura vai trabalhar com a gestão de todos os contratos. Apenas a gestão e não os orçamentos. “A Subsecretaria fará a gestão de contratos  de veículos, merenda,manutenção e de obras. Foi criada a parte de TI, tecnologia e também atividades complementares com dinâmicas extracurriculares para atrair e manter mais os alunos na escolas. A Subsecretaria possui várias superintendências subordinadas como a de Cultura, Música. Eventos,Esporte e Saúde.Todos os projetos serão avaliados pela minha coordenação e levados ao secretário para verificação da logística e recursos, disse a subsecretária Fernanda Temperini.






domingo, 23 de outubro de 2016

REIKI Rosa movimenta mês de prevenção ao câncer de mama

Vibrar a energia do amor e da cura no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, tendo como alternativa a prática do REIKI, um processo natural de harmonização através do encontro de energia universal cósmica com a energia vital  é o objetivo do REIKI ROSA, que será realizado no dia 26, às 18h, uma iniciativa do Espaço Cuidado Quântico dirigido pela professora e terapeuta Lucília Ribeiro.



“Em minha caminhada como terapeuta de Cuidado Quântico, onde o REIKI ocupa um lugar especial, tenho experimentado em meus atendimentos resultados surpreendentes. A energia REIKI age como um "turbo" acelerando a força curadora latente em cada pessoa. Percebo que todo e qualquer processo de Cura e Autocura é reforçado, intensificado e reconectado com a canalização  da energia REIKI. Considerado como terapia pela OMS ( Organização Mundial de Saúde) o REIKI pode ser um grande aliado na prevenção e cura do Câncer de Mama. Dia 26 será um dia especial onde realizaremos uma prática com a terapia REIKI, aliada a energia dos cristais , ao som com as taças TIBETANAS e aos cânticos sagrados. Convoco a todos,  mulheres reikianas, ou  as que desejem conhecer e participar deste encontro de  cura e amor vibrando a energia dos seios perfeitos”.


Professora Lucília Ribeiro é pedagoga, terapeuta em Cura Quântica, profissional de yoga com formação pela ANYI (Associação Nacional de Yoga Integral) e ABPY (Associação Nacional de Professores de Yoga); yogaterapeuta, Mestre em  REIKI com cursos de especialização em várias universidades no país e no exterior como a Oneness University India.

O Espaço Cuidado Quântico Lucília Ribeiro fica na Rua Marques de Abrantes , 170, sala 1006- Flamengo. O investimento é de R$ 30,00. Informações e inscrições: 21- 99628-8981. NÃO PERCA!

sábado, 15 de outubro de 2016

REIKI Rosa movimenta mês de prevenção ao câncer de mama

Vibrar a energia do amor e da cura no Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção do câncer de mama, tendo como alternativa a prática do REIKI, um processo natural de harmonização através do encontro de energia universal cósmica com a energia vital  é o objetivo do REIKI ROSA, que será realizado no dia 26, às 18h, uma iniciativa do Espaço Cuidado Quântico dirigido pela professora e terapeuta Lucília Ribeiro.



“Em minha caminhada como terapeuta de Cuidado Quântico, onde o REIKI ocupa um lugar especial, tenho experimentado em meus atendimentos resultados surpreendentes. A energia REIKI age como um "turbo" acelerando a força curadora latente em cada pessoa. Percebo que todo e qualquer processo de Cura e Autocura é reforçado, intensificado e reconectado com a canalização  da energia REIKI. Considerado como terapia pela OMS ( Organização Mundial de Saúde) o REIKI pode ser um grande aliado na prevenção e cura do Câncer de Mama. Dia 26 será um dia especial onde realizaremos uma prática com a terapia REIKI, aliada a energia dos cristais , ao som com as taças TIBETANAS e aos cânticos sagrados. Convoco a todos,  mulheres reikianas, ou  as que desejem conhecer e participar deste encontro de  cura e amor vibrando a energia dos seios perfeitos”.


Professora Lucília Ribeiro é pedagoga, terapeuta em Cura Quântica, profissional de yoga com formação pela ANYI (Associação Nacional de Yoga Integral) e ABPY (Associação Nacional de Professores de Yoga); yogaterapeuta, Mestre em  REIKI com cursos de especialização em várias universidades no país e no exterior como a Oneness University India.

O Espaço Cuidado Quântico Lucília Ribeiro fica na Rua Marques de Abrantes , 170, sala 1006- Flamengo. O investimento é de R$ 30,00. Informações e inscrições: 21- 99628-8981. NÃO PERCA!

    

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Candidato a prefeito de São Gonçalo, Diego São Paio inova em campanha eleitoral e estreia transmissão ao vivo com auditório

Primeira edição com novo formato enfatizou a administração pública e o desenvolvimento econômico

Diego inova com programa interativo na internet ( Foto Ruan Richard )


Candidato a prefeito de São Gonçalo pela Rede Sustentabilidade, Diego São Paio está fazendo história em sua campanha eleitoral. Com forte presença nas redes sociais, o prefeitável estreou na nesta terça-feira (30.08) um novo formato da transmissão ao vivo tem realizado pelo facebook nos últimos três meses. Agora o “Diego na Rede” conta com a presença de convidados, que podem fazer perguntas e tirar dúvidas ao vivo.

Na estreia, a transmissão teve como tema a Administração Pública. Participantes e internautas questionaram quais ações o candidato tem em mente para gerir a cidade e promover o desenvolvimento econômico. O estudante Rodrigo Guilherme perguntou como seria possível agilizar o atendimento de serviços de reparos nos bairros mais distantes do Centro, como troca de lâmpadas e manutenção de ruas. Diego São Paio explicou a proposta de criação de subprefeituras.

“Vamos criar as PAZ - Prefeituras Auxiliares Zonais, para descentralizar as ações administrativas da Prefeitura. É uma estratégia que já tem dado certo em outras cidades, como o Rio de Janeiro, por facilitar o acesso do morador a serviços públicos básicos. A PAZ também vai contribuir para o diálogo com comerciantes e para identificar com mais agilidade os problemas do bairro, como vazamentos de esgoto, dificuldades no tráfego ou postes apagados”, explicou o candidato.

A edição em novo formato bateu todos os recordes. Duzentos internautas acompanharam o Diego na Rede ao vivo. Até as 10h de quarta-feira, o vídeo teve 4,8 mil visualizações e 250 compartilhamentos. Para Diego, é uma oportunidade da população conhecer as propostas, já que o tempo de TV do horário eleitoral gratuito é de apenas 10 segundos.

“A internet nos dá a chance de romper com o formato tradicional da campanha, em que só o candidato fala. Pelo “Diego na Rede” podemos nos aproximar da população e dar voz ao morador, que é quem mais sabe o que a cidade precisa. E também podemos alcançar mais pessoas. Essa é gestão que queremos: participativa, democrática e transparente”, afirmou Diego, que é administrador formado pela UFF.  

A dona de casa Maria do Carmo de Freitas, de 51 anos, acompanhou a transmissão e aprovou o novo formato. Para ela, é motivo de alegria que São Gonçalo esteja se destacando pela inovação e criatividade.    

“Moro na cidade há quase 30 anos e nunca vi nada parecido. Quando eu vi o “Diego na Rede” de ontem, me surpreendi com a nova maneira como estão fazendo. Até onde eu sei, nem os candidatos do Rio, que costumam ter muito dinheiro em suas campanhas, fizeram algo do tipo. Nessas horas a gente vê que não precisa de muito para fazer, basta querer. Tem como não acreditar no potencial desse menino?”, indaga a dona de casa, brincando com a ‘pouca’ idade de Diego, 34 anos.    

Nesta quinta-feira (01.09), às 20h41, o Diego na Rede será sobre Cultura e Esporte. Para participar, basta acessar a página do Diego São Paio no Facebook e enviar perguntas.

A quarta-feira do candidato Diego São Paio foi de bastidores. O administrador gravou para a TV e se preparou para a exibição desta quinta-feira do “Diego na Rede”. O prefeitável da Rede Sustentabilidade estreou, na noite da última terça, um novo formato da transmissão que faz pela internet. Diego recebeu convidados, que fizeram perguntas ao vivo, assim como os internautas. Com pouco tempo de programa eleitoral na TV, cerca de 10 segundos, ele pretende explorar a interação com a população pela internet.

“A internet nos dá a chance de romper com o formato tradicional da campanha, em que só o candidato fala. Pelo “Diego na Rede” podemos nos aproximar da população e dar voz ao morador, que é quem mais sabe o que a cidade precisa. E também podemos alcançar mais pessoas. Essa é gestão que queremos: participativa, democrática e transparente”, afirmou.